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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <updated>2026-08-11T23:59:13Z</updated>
  <dc:date>2026-08-11T23:59:13Z</dc:date>
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    <title>O uso de modelos de linguagem artificial como ferramenta para aprimorar a formação médica em habilidades e competências do laboratório de exame clínico em uma faculdade da área de saúde no recife: um estudo comparativo</title>
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      <name>Souza, Lucas Amorim de</name>
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      <name>Mangueira, João Victor Melo</name>
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      <name>Lima, João Guilherme de Melo</name>
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      <name>Farias, Henrique Tomilheiro de</name>
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      <name>Menezes, Maria Clara Rocha de</name>
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      <name>Costa, Juliana Monteiro</name>
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    <updated>2026-07-31T17:18:09Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: O uso de modelos de linguagem artificial como ferramenta para aprimorar a formação médica em habilidades e competências do laboratório de exame clínico em uma faculdade da área de saúde no recife: um estudo comparativo
Authors: Souza, Lucas Amorim de; Mangueira, João Victor Melo; Lima, João Guilherme de Melo; Farias, Henrique Tomilheiro de; Menezes, Maria Clara Rocha de; Bezerra, Ricardo Guega Alves; Bezerra, Patricia Gomes de Matos; Azevêdo, Márcia Lins Cirne de; Goldstein, Raíssa de Carvalho; Costa, Juliana Monteiro
Abstract: Cenário: A inteligência artificial (IA) tem sido cada vez mais utilizada em diversas áreas, incluindo saúde e educação. Em educação médica, é importante compreender como a IA pode ser integrada de forma efetiva para melhorar a qualidade da formação médica. Esse estudo objetivou analisar a utilização do ChatGPT, como ferramenta de aprimoramento de habilidade e competências clínicas, através da utilização da IA como paciente, para os acadêmicos de medicina.  &#xD;
Objetivo: Avaliar o uso da linguagem de IA como ferramenta para aquisição de habilidades e competências de exame clínico no curso médico.  &#xD;
Método: Estudo comparativo realizado no campus da FPS entre setembro de 2024 a agosto de 2025. A coleta ocorreu após a aprovação do comitê de ética da FPS, no período de agosto a setembro de 2025. A amostra foi dividida em dois grupos devidamente homogeneizados e composta por oito acadêmicos do laboratório de semiologia 1. Foram avaliadas variáveis quantitativas com o emprego de testes. Os dados foram coletados em formulários específicos e analisados posteriormente no programa Jamovi 2.7.6. Construídas tabelas com descrições dos dados e associação entre as variáveis de interesse.&#xD;
Resultado: Foram avaliados 8 acadêmicos. Com idades predominando entre 18 e 25 anos (62,5%). Desses, 75% eram do sexo feminino, e todos relataram utilizar a rede diariamente, possuir conhecimento sobre IA e já ter utilizado o ChatGPT. Quanto à proficiência em IA, 37,5% deram nota 7, 37,5% nota 8 e 25% nota 9. Em relação à afinidade com o laboratório, mais de 60% avaliaram como boa. Nas avaliações, o Grupo A, que utilizou a ferramenta na segunda etapa, apresentou notas médias de 8,25 na Identificação, 5,75 na queixa principal e duração (QPD) e 8,5 na história da doença atual (HDA). Já o Grupo B, que não utilizou o ChatGPT na segunda avaliação, apresentou médias de 7,75, 7,5 e 8,25, respectivamente. O domínio da HDA mostrou evolução mais consistente, a QPD apresentou maior perda e a Identificação desempenho intermediário.&#xD;
Conclusão: O estudo evidenciou que as IA detém potencial para serem incluídas no processo ensino-aprendizagem médica como ferramenta auxiliadora, mas não devem substituir orientação docente. Assim, novas investigações são indispensáveis.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Influências da nomofobia na saúde mental e desempenho acadêmico de estudantes universitários</title>
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      <name>Conceição, Luana Brito Nocchi</name>
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      <name>Ferreira, Dandara Paiva Santos Rebello</name>
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      <name>Silveira, Marília Soares de Moura</name>
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      <name>Silva, Thálita Cavalcanti Menezes da</name>
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      <name>Barbosa, Leopoldo Nelson Fernandes</name>
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    <updated>2026-07-31T16:57:44Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Influências da nomofobia na saúde mental e desempenho acadêmico de estudantes universitários
Authors: Conceição, Luana Brito Nocchi; Ferreira, Dandara Paiva Santos Rebello; Silveira, Marília Soares de Moura; Silva, Thálita Cavalcanti Menezes da; Barbosa, Leopoldo Nelson Fernandes
Abstract: Introdução: A nomofobia, caracterizada pelo medo ou desconforto de ficar sem o telefone celular, tem emergido como uma preocupação relevante no ensino superior, diante de seus potenciais impactos sobre a saúde mental e o desempenho acadêmico. Apesar de amplamente explorada em contextos internacionais, as evidências nacionais ainda são escassas, sobretudo entre estudantes da área da saúde. Este estudo buscou avaliar a prevalência da nomofobia e suas associações com sintomas psicológicos e vivências acadêmicas. Método: Conduziu-se um estudo de métodos mistos com 323 graduandos de ciências da saúde de uma instituição privada em Recife, Brasil. Os participantes responderam a um questionário sociodemográfico, à versão brasileira do Questionário de Nomofobia (NMP-Q-BR) e à Escala de Depressão, Ansiedade e Estresse (DASS-21). Um subgrupo foi entrevistado por meio de roteiro semiestruturado. Os dados quantitativos foram analisados por correlação e regressão, e os qualitativos por análise temática. Resultados: Todos os estudantes relataram algum nível de nomofobia, sendo que 69,04% apresentaram níveis elevados, especialmente mulheres e alunos mais jovens. A nomofobia correlacionou-se com estresse (r = 0,25; p &lt; 0,001), ansiedade (r = 0,23; p &lt; 0,001) e depressão (r = 0,16; p = 0,003), além de predizer maiores níveis de estresse. As entrevistas revelaram a ambivalência do smartphone, visto simultaneamente como recurso acadêmico e de comunicação, mas também como fator de distração, dependência e sofrimento emocional. &#xD;
Discussão: Os achados reforçam que a nomofobia transcende um mero desconforto tecnológico, configurando-se como fenômeno psicossocial com impacto no bem-estar e no rendimento acadêmico. O uso intensivo do celular, embora essencial para estudo e interação, pode potencializar vulnerabilidades emocionais, especialmente em grupos já expostos a altas demandas, como estudantes da saúde. Isso sugere a urgência de intervenções institucionais que promovam maior consciência digital e favoreçam estratégias de autorregulação. Conclusão: Torna-se necessário investir em ações de prevenção e cuidado em saúde mental no ambiente universitário, de modo a equilibrar os benefícios tecnológicos e minimizar seus riscos.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Evolução do transplante hepático de acordo com os níveis séricos de sódio no pré-operatório em um hospital de referência</title>
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      <name>Lima, Juliana Carolina Oliveira de</name>
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      <name>Maia, Emily Rodrigues</name>
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      <name>Costa, Laura de Santana</name>
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      <name>Fonseca, Sarah Lapenda Pedrosa de Lucena da</name>
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      <name>Lopes, Edmundo Pessoa de Almeida</name>
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      <name>Araújo, Lílian Rose Maia Gomes de</name>
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      <name>Fonseca Neto, Olival Cirilo Lucena da</name>
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    <updated>2026-07-31T16:37:14Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Evolução do transplante hepático de acordo com os níveis séricos de sódio no pré-operatório em um hospital de referência
Authors: Lima, Juliana Carolina Oliveira de; Maia, Emily Rodrigues; Costa, Laura de Santana; Fonseca, Sarah Lapenda Pedrosa de Lucena da; Lopes, Edmundo Pessoa de Almeida; Araújo, Lílian Rose Maia Gomes de; Fonseca Neto, Olival Cirilo Lucena da
Abstract: Introdução: O transplante hepático é o tratamento definitivo para doenças hepáticas avançadas, sendo a hiponatremia um fator associado a piores desfechos no perioperatório. Com a adoção do escore MELD-Na no Brasil, buscou-se contemplar o impacto do sódio sérico na mortalidade em lista de espera. Contudo, os efeitos da hiponatremia na evolução imediata pós-transplante ainda são pouco explorados em nosso contexto. Objetivos: Identificar a presença de complicações renais, neurológicas e a mortalidade precoce após o transplante hepático de acordo com os níveis séricos de sódio no pré-operatório. Métodos: Foi realizado estudo com dados obtidos em prontuários do Ambulatório de Transplante de Fígado do IMIP de pacientes transplantados entre agosto de 2019 e julho de 2024. Foram incluídas variáveis clínicas, laboratoriais, intraoperatórias e complicações até 7 dias após a cirurgia. Resultados: Foram incluídos 91 pacientes. No pré-operatório, 76,9% apresentaram sódio ≥130 mEq/L, 13,1% entre 124 e 129 e 9,8% ≤125. Em relação aos desfechos, 28,6% dos hiponatrêmicos evoluíram com complicações, sendo avaliado o óbito e afecções renais em 7 dias. Conclusão: A hiponatremia pré-operatória esteve associada a maior morbimortalidade no pós-transplante hepático imediato. Estudos com maior número de pacientes são necessários para melhor compreender o impacto da hiponatremia no transplante hepático.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Qualidade de vida em idosos com câncer colorretal como fator prognóstico para o óbito precoce: estudo de coorte</title>
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      <name>Melo, João Gabriel Viana</name>
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      <name>Araujo, Eduardo Eudes Nobrega de</name>
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      <name>Lopes, Valeria Gardeney de Lacerda</name>
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    <updated>2026-07-31T13:07:09Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Qualidade de vida em idosos com câncer colorretal como fator prognóstico para o óbito precoce: estudo de coorte
Authors: Melo, João Gabriel Viana; Araujo, Eduardo Eudes Nobrega de; Lopes, Valeria Gardeney de Lacerda
Abstract: Introdução: A qualidade de vida enfatiza a percepção dos indivíduos sobre a satisfação das&#xD;
necessidades de vida. A Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza que fazendo parte da&#xD;
Avaliação Geriátrica Ampla (AGA), a avaliação da qualidade de vida seja realizada nos&#xD;
pacientes idosos com câncer. O câncer colorretal representa uma das neoplasias mais incidentes&#xD;
e a segunda principal causa de morte por câncer na população idosa. Há uma notável lacuna de&#xD;
estudos no Brasil que investiguem o valor preditivo da qualidade de vida para o óbito precoce,&#xD;
em idosos com câncer colorretal. Objetivo: Avaliar se a Qualidade de Vida Global (QVG), no&#xD;
momento do diagnóstico do câncer colorretal, é fator preditivo para óbito em até 180 dias.&#xD;
Método: Coorte retrospectiva envolvendo idosos (60+) com câncer colorretal que realizaram&#xD;
Avaliação Geriátrica Ampla, incluindo o Core Quality of Life Questionnaire (QLQ-C30) na&#xD;
admissão na Oncogeriatria do IMIP, no período de 2015 a 2021. Foram coletados dados&#xD;
sociodemográficos e da doença de base. O desfecho estudado foi o óbito em até 180 dias. Na&#xD;
análise estatística no Stata 13.0, o teste t de Student foi utilizado para comparação das médias&#xD;
da QVG entre os óbitos e os sobreviventes e a regressão dos riscos proporcionais de Cox para&#xD;
determinar os fatores de risco para o óbito. A sobrevida global foi determinada pelo método de&#xD;
Kaplan Meier. Resultados: A coorte envolveu 289 participantes com câncer colorretal (55,7%&#xD;
mulheres) e 15,9% foram a óbito em 180 dias. A análise multivariada identificou a QVG como&#xD;
possível fator protetor para o óbito (HRa=0,99 IC95% 0,97-1,00 p=0,07) assim como a renda&#xD;
acima de um salário (HRa=0,49 IC95% 0,25-0,97 p=0,041) enquanto o etilismo (HRa=2,41&#xD;
IC95% 0,25-0,97 p=0,041), baixa funcionalidade (HRa=2,99 IC95% 1,45-6,17 p=0,003) e&#xD;
metástase (HRa=3,14 IC95% 1,66-5,94 p&lt;0,001) foram fatores de risco. A sobrevida global&#xD;
estimada foi de 84,9%. Conclusões: Melhor qualidade de vida global no momento do&#xD;
diagnóstico tem uma tendência protetora para a ocorrência do óbito em 180 dias em pacientes&#xD;
com câncer colorretal quando controlada por fatores socioeconômicos, clínicos e da&#xD;
funcionalidade.</summary>
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